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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Prefeitura assina convênio para melhorar coleta seletiva em Natal

A Prefeitura de Natal em parceria com as instituições que compoem o Programa Água Brasil assinaram na manhã desta quarta-feira (21), um convênio para implementar ações visando melhorar a gestão de resíduos sólidos na capital potiguar, uma das sedes da Copa do Mundo de 2014.

O Programa Água Brasil, é concebido pela Fundação Banco do Brasil, a Agência Nacional de Águas e a organização ambientalista WWF-Brasil. Em Natal, o Programa tem foco em Consumo Responsável e Reciclagem, apoiando os catadores de materiais recicláveis, a Prefeitura e a Companhia de Serviços Urbanos de Natal (Urbana). Natal é uma das cinco cidades escolhidas para receber as ações do programa. As outras são Belo Horizonte (MG), Caxias do Sul (RS), Pirenópolis (GO) e Rio Branco (AC).

O acordo foi assinado durante realização de oficina participativa para construção de plano de trabalho de consumo responsável, coleta seletiva e reciclagem de Natal. O evento ocorre nesta quarta (21) e quinta-feira (22), no hotel Monza Palace (Av. Senador Salgado Filho, 3.490, Lagoa Nova).

Assinaram o acordo, além de Cidrin, o secretário chefe da Casa Civil da Prefeitura do Natal, Calazans Louzá, a gerente de Gestão de Pessoas do Banco do Brasil em Natal, Teresa Cristina Carvalho, o gerente da Divisão para Parcerias, Articulações e Tecnologia Social da Fundação Banco do Brasil, Jefferson Vila, o líder do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, Severino Lima Junior, e o presidente da Urbana, João Bastos.

De acordo com o presidente da Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis de Natal, Severino Júnior, Natal é a primeira capital de Estado a contratar organização de catadores para fazer a coleta seletiva com base na lei. Segundo Severino, entre os mais de 5 mil municípios brasileiros, apenas 19 fazem a coleta seletiva em parceria com as organizações de catadores.

Atualmente, os catadores de materiais recicláveis de Natal comercializam cerca de 200 toneladas de materiais recicláveis ao mês. E a meta é chegar a 800 toneladas no período.

http://www.dnonline.com.br/app/outros/ultimas-noticias/38,37,38,47/2011/09/21/interna_cotidiano,81282/prefeitura-assina-convenio-para-melhorar-coleta-seletiva-em-natal.shtml

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

"DEIXAMOS DE SER OS COITADINHOS PARA VIRAR OS PROTAGONISTAS"

Uma atividade que pouco a pouco vem ganhando força no Brasil e no mundo. A figura do catador de materiais recicláveis torna-se cada vez mais importante. Com a frase "DEIXAMOS DE SER OS COITADINHOS PARA VIRAR OS PROTAGONISTAS", Severino Junior que é um dos representantes do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis-MNCR,  que é também um dos articuladores de Red Latinoamericana de Recicladores e determinado defensor dos direitos dos catadores, iniciou a palestra "O papel do catador de materiais recicláveis na política nacional de resíduos sólidos" no Ciclo de Debates realizado no dia 13 deste mês organizado pela Associação Brasileira de Produtores de Latas de Alta Reciclabilidade-Abralatas  e o Instituto Besc com o apoio do Ministério Público do Pará.
Severino ressaltou a  importância da participação das cooperativas de reciclagem na coleta seletiva de Natal, informou que 90% do que chega a indústria de reciclagem vem pelas mãos dos catadores, argumentou ainda que é preciso discutir estratégias de inclusão.
"Garantir a inclusão social, econômica dos catadores  na erradicação dos lixões e conceber politicas de incentivos, fomento e qualificação dos empreendimentos dos catadores, e arrematou: -Queremos 5% de participação do lucro das empresas que formam redes de coleta seletiva para reciclagem, porque hoje o melhor trabalho de catador para reciclagem de resíduos sólidos é o do Brasil, com 70% de público feminino envolvido no processo".
Severino Junior falou ainda que é preciso autogestão em nossos empreendimentos e tornar forte nossos projetos sociais na área de coleta de resíduos sólidos, sobretudo para garantir políticas públicas para o setor.
O Ciclo de debates organizado pela Abralatas e Instituto Besc tem como objetivo Erradicar a Pobreza e inserir a Economia verde. O evento teve apoio do Ministério Público do Estado do Pará (MPE) e contou com os seguintes painéis e palestras que serviram como estratégias de debates como a Palestra sobre Política Nacional de Resíduos Sólidos, pelo presidente da Compromisso Empresarial para reciclagem (Cempre), Victor Bicca; Logística reversa da lata de Alumínio para bebidas, por Hênio de Nicola; O papel do catador de materiais recicláveis na nova política nacional de resíduos sólidos, por Severino Lima Júnior, membro da articulação do movimento nacional dos catadores de materiais recicláveis; A visão pública sobre a política nacional de resíduos sólidos, pela procuradora de justiça, Maria da Graça Azevedo da Silva.
O evento atendeu as diretrizes básicas da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Pnrs) a ser implementada em todo o País, conta com o apoio e acompanhamento dos Ministérios Públicos brasileiros.

texto: Valdemir de Lima.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Papel do catador de reciclável é analisado em evento

Trabalho em cooperativas foi incentivado dentro da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Atividade em grupo fortalece a venda direta à indústria

Tudo começa com a bauxita, um minério que pode ser encontrado naturalmente no Brasil. Após ser refinada, ela dá origem ao pó branco e fino, similar ao açúcar, a alumina. O pó pode ser encontrado desde pasta de dentes até em carpetes. Em seguida, por meio de um processo eletroquímico, a alumina é transformada em metal alumínio, um material infinitamente reciclável.
Todo este o processo é o principio da fabricação da lata de alumínio, matéria-prima de muitos dos catadores de material reciclável que compareceram ao auditório do Ministério Público do Estado da Bahia, para o Ciclo de Debates Abralatas: Erradicação da pobreza na Economia Verde. O evento, realizado na quarta-feira (24), debateu o papel do catador à luz da nova Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), de 2010.
Assistentes com vestidos produzidos de tampinhas de alumínio, exposição de artesanato reciclado e uma plateia animada e polêmica, foi essa a mistura que deu tom ao encontro. Compareceram ao debate, o diretor-executivo da Abralatas, Renault Castro; o presidente do Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre), Victor Bicca; o coordenador da comissão de reciclagem da Associação Brasileira do Alumínio (Abal), Hênio de Nicola; o promotor e coordenador do Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente do Ministério Público da Bahia, Marcelo Guedes; a coordenadora socioambiental da Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia, Tônia Maria Dourado; o representante do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, Severino Lima Junior; o representante do Fórum Estadual Lixo e Cidadania Elias Pires; o representante do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis no Estado da Bahia, Ubiratan Santa Bárbara; e o presidente da Associação Meio Ambiente, Preservar e Educar (Amape), Sérgio Nascimento.
Por ser reciclável infinitamente e sem perder a qualidade a latinha lidera o ranking de reciclagem no País, tendo um aproveitamento de 98%. A reciclagem da latinha economiza 95% da energia utilizada para a fabricação de uma nova, segundo a Abal. A redução do custo enérgico da reciclagem representa a energia consumida anualmente no estado do Ceará.
Já o plástico PET, que ocupa a segunda posição, fica bem atrás, com 56% do material reciclado. “A gente construiu um modelo de reciclagem de sucesso”, avalia Victor Bicca, presidente do Cempre, e completa: “Estamos vivendo um momento de mudanças de hábito e precisamos trabalhar duro na educação ambiental”.
Catador – Para a maioria dos presentes, o catador de material reciclável deve se cooperativar para tornar-se mais forte e vender diretamente para a indústria, excluindo a odiada figura do atravessador – pessoa que compra do catador e vende para indústria. Geralmente, o atravessador compra um quilo de alumínio do catador por R$ 1,80 e vende à indústria por mais de R$ 4. Ele é o principal fornecedor atual de material reciclável para a indústria, sendo responsável por 95% do que as empresas reciclam.
Existem no Brasil cerca de 700 cooperativas, que abrigam de 800 mil a um milhão de catadores de material reciclável. De acordo com Severino Lima, o catador fica com apenas 10% do lucro da reciclagem. “Temos que batalhar para trabalhar em rede”, sentencia, defendendo o protagonismo do catador na venda direta para as indústrias. “Investimento no catador é bom e barato”.
Resíduos – A nova Política Nacional de Resíduos Sólidos estabelece alguns marcos fundamentais, como a obrigação da logística reversa para matérias da indústria, a destinação de recursos às prefeituras que apoiarem os catadores de material reciclável e a extinção dos lixões até 2014. Este último item é considerado o mais difícil de pôr em prática. De acordo com Tânia Dourado, a Bahia está discutindo o plano estadual de resíduos sólidos e vêm avançando na área. “O modelo tecnológico para o encerramento dos lixões é um desafio muito grande”, diz.
Segundo ela, a partir de 2012, o governo estadual discutirá com as prefeituras os melhores modelos a serem adotados para a construção de aterros sanitários regionais. “É uma ansiedade de todos. Mas a primeira coisa que temos que fazer é planejar”, afirmou ela, dizendo que não pode discutir o modelo antes da aprovação do plano estadual. A sugestão da Sedur para a gestão de resíduos sólidos são os convênios e consórcios públicos entre as prefeituras. “Entedemos que qualquer que seja o modelo implantando tem que ter transparência, eficiência e inclusão social”, afirmou o promotor Marcelo Guedes. “Temos que quebrar com essa lógica dos municípios que trabalham isoladamente”. Para ele, a prefeitura de Salvador deveria aproveitar os incentivos da copa do mundo. “É uma boa oportunidade”.

artefatos de aluminio


http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/ultimas/papel-do-catador-de-reciclavel-na-nova-politica-nacional-de-residuos-solidos-e-analisado/

domingo, 28 de agosto de 2011

Cientista transforma plástico em óleo e gasolina







Você já pensou se pudesse fazer mais e melhor com o plástico da sacolinha do supermercado, do brinquedo velho e da tampinha de garrafa que você joga fora? E se eu lhe dissesse que é possível fazer óleo e gasolina em casa a partir disso, você gostaria da idéia? Ajudar a natureza e ainda economizar, no Japão isso já é possível.

Akinori Ito, um cientista japonês começou a se questionar sobre a quantidade de lixo que o Japão produzia e o que fazia com ele, assim como outros países que despejam o lixo de qualquer maneira. A partir daí ele começou a pensar no que poderia fazer para melhorar o mundo e como fazê-lo.

Pensando assim ele criou uma máquina que consegue transformar plástico em óleo novamente. Esse óleo pode ser queimado da maneira que sai da máquina ou refinado para ser transformado em derivados como gasolina, diesel e querosene.
O processo de transformação acontece com o plástico sendo colocado em uma máquina com interior pressurizado, onde ele é aquecido, começa a derreter até se tornar líquido. Depois de o líquido ferver, o gás sai através de uma tubulação, entra em um reservatório com água onde é resfriado e se torna óleo, ficando separado da água.



cada quilo de plástico colocado na máquina, cerca de um litro será conseguido em óleo. Esse processo consome o equivalente a 1 kW de energia e segundo Ito, com esse processo é possível reduzir em até 80% a emissão de CO² na atmosfera.

Com essa máquina é possível reciclar três tipos de plásticos: polipropileno (PP), polietileno (PE) e poliestireno (PS). O polipropileno é utilizado na fabricação de brinquedos, recipientes para alimentos, autopeças como para-choques, entre outros. O polietileno é o plástico encontrado em saquinhos de leite e o poliestireno é a base do que chamamos de Isopor.
Os três tipos de plásticos não liberam materiais tóxicos e não deixam nenhum tipo de resíduo após a transformação, enquanto o metano, o etano e o propano, que são liberados durante o processo, são filtrados pela máquina e desintegrados na água e no carbono.

"Se nós queimarmos o plástico, nós geramos toxinas e uma grande quantidade de CO². Se nós convertemos em óleo, nós diminuímos o montante de CO² e ao mesmo tempo aumentamos a atenção das pessoas sobre o valor do plástico que seria lixo". Atualmente, Ito roda o mundo mostrando como funciona sua invenção em países pobres e a crianças em escolas.

Atualmente a empresa criada por Akinori, a Blest Co., fabrica máquinas em quatro tamanhos, que podem transformar desde 1 kg por ciclo, que cabe em cima de uma mesa, até máquinas de 5, 10, 25 e 50 kg por hora. Além de uma máquina para refino de 20 l ou 50 l e exporta as máquinas para 14 países.

http://carmagazine.uol.com.br/curiosidades/cientista-transforma-plastico-em-oleo-e-gasolina

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Catador Severino Jr. Que é Membro do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis discutiu organização da categoria em Assú



Num evento ocorrido terça-feira última, dia 19, na capela do bairro Lagoa do Ferreiro de Fora, articulado pela Prefeitura do Assú, o membro dirigente do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, Severino Lima Júnior, esteve na cidade para um primeiro contato com os catadores de resíduos sólidos do lixão local. Lá, dentre outros assuntos, ele discutiu a necessidade de uma maior organização da categoria para fazer os seus direitos. Em sua explanação aos presentes, Severino Júnior falou sobre o aproveitamento racional do lixo como fonte geradora de emprego e renda. Nossa reportagem também teve oportunidade de dialogar com o representante do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis. Severino Júnior começa destacando a importância do contato com os catadores de lixo do Assú. Em seguida, falando na condição de representante do poder público assuense, o secretário municipal adjunto de Meio Ambiente, engenheiro agrônomo Reci de Oliveira, também se expressou sobre o encontro realizado terça-feira com os catadores de lixo do Assú, afirmando que, a partir dali, pode ter se originado um novo momento para a questão do lixo da cidade.




http://www.radioprincesadovale.com.br/index.php?ID_PG=inform&id=2961




quinta-feira, 11 de agosto de 2011

CATADORES ORGANIZADOS GANHAM MAIS

Pesquisa da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) e do Fórum Estadual Lixo e Cidadania, ambos de Minas Gerais, revelou a realidade do gerenciamento de resíduos sólidos no Estado, incluindo a participação dos catadores. O objetivo do estudo foi auxiliar políticas públicas para promover a cidadania e a inclusão social dos trabalhadores do setor e a erradicação de lixões.
Foram entrevistados 374 catadores, entre aqueles que atuam em associações ou cooperativas (144), os que trabalham nos lixões (78) e os que coletam individualmente nas ruas (152). Os catadores organizados possuem renda mensal familiar melhor do que os demais: 17.9% recebem entre R$ 601 e R$ 1 mil, e 11,7% recebem acima de R$ 1 mil. O índice cai, respectivamente, para 12,4% e 4,6% entre os catadores de rua, e para 14,1% e 7,7% entre os catadores de lixão.
Um dos itens da pesquisa, entretanto, mostrou que a renda média individual é maior para os catadores de lixão: 25,6% disseram ganhar acima de um salário mínimo. O índice é de 9,9% e de 11,1% para os catadores de rua e para os associados, respectivamente. Mas, analisam os responsáveis pela pesquisa, há vários pontos que indicam que essa sensação de maior renda nos lixões pode ser ilusória. Um dos motivos é o fato de que o catador do lixão trabalha com a família ou subcontrata outras pessoas para trabalhar por ele.
A jornada de trabalho também é mais favorável para os catadores organizados em associações ou cooperativas. Apenas 24,8% deles trabalham mais que oito horas por dia, índice que sobe para 32,1% no caso dos catadores de rua e para 44,8% entre os que atuam em lixões. Outra curiosidade da pesquisa: 66,2% dos catadores associados são mulheres, índice que cai para 30,1% entre catadores de rua e 28,2% entre catadores de lixão.


Escrito por Abralatas

sábado, 23 de julho de 2011

CATADOR SEVERINO JR. E PREFEITA MICARLA DE SOUZA EM FUTURA ÁREA DE LAZER NO ANTIGO LIXÃO DE CIDADE NOVA

Prefeitura vai construir área de lazer no antigo lixão de Cidade Nova







A prefeita de Natal, Micarla de Sousa, visitou hoje (22) a estação de transbordo, em Cidade Nova, na zona Oeste. Ela viu de perto o funcionamento da estação que recebe diariamente mais de 700 toneladas de lixo das zonas Sul, Leste e Oeste da capital. No local, já funcionou um lixão, que foi desativado pela prefeitura. Agora, a área será urbanizada.

"Neste local construiremos uma área de lazer, que contará com Academia da Terceira Idade, pista de bicicross, motocross, skate e onde será edificada a Praça do Catador, além do replantio de árvores e de um pomar" salientou a prefeita. "Também vamos participar do Programa de Recuperação de Áreas Degradadas do Governo Federal", completou.

Os resíduos são depositados na estação e em seguida transferidos em carretas para o aterro sanitário de Massaranduba, em Ceará-Mirim. A prefeita visitou ainda o galpão de uma cooperativa de materiais recicláveis, onde conversou com as catadoras, e o local em que será construída uma área de lazer para a população da zona Oeste. A estação provisória de transferência foi criada em 2004 logo após o fechamento do lixão que funcionava em Cidade Nova.

Micarla lembrou que a Urbana retirou todo o lixo que estava na estação. Seguindo o que preconiza a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que une proteção ambiental à inclusão social, a Prefeitura dará ainda mais atenção à coleta seletiva, até como forma de preparar a cidade para a Copa do Mundo 2014. "Estamos implantando a coleta seletiva no conjunto Cidade Satélite na próxima semana, a exemplo do que já ocorre em Ponta Negra. Para isso, contratamos as cooperativas de materiais recicláveis para realizar a coleta", anotou.

Conforme o presidente interino da Companhia de Serviços Urbanos de Natal (Urbana), Sérgio Pinheiro, a capital teve um grande avanço no tocante ao destino final dos resíduos urbanos. Ele disse que a Urbana vai incrementar o Programa de Coleta Seletiva e tentará abranger uma grande área da cidade. "A Prefeitura vai contratar as cooperativas Cocamar e Coopcicla para fazer esse trabalho", informou.

Na ocasião, a prefeita foi recebida no escritório do diretor da Cocamar e representante dos catadores do Brasil para a América Latina, Severino Lima Junior. Acompanhada do presidente interino da Urbana, Sérgio Pinheiro; do diretor de Operações, Alexandre Miranda; diretor de Assuntos Comunitários, Ubaldo Bezerra; servidores municipais e lideranças comunitárias, a prefeita Micarla de Sousa ainda visitou a lagoa de captação da estação de rebordo.

Com informações da Secom.
http://tribunadonorte.com.br/noticia/prefeitura-vai-construir-area-de-lazer-no-antigo-lixao-de-cidade-nova/189785

segunda-feira, 18 de julho de 2011

facebook da Prefeitura Municipal de Natal










A Prefeitura Municipal de Natal está no facebook. A matéria sobre a retomada da coleta seletiva em Natal está bem explícita, bem como diversas fotos sobre o evento que ocorreu recentemente com a presença da Prefeita Micarla de Souza, com Severino Jr representante dos catadores e um dos líderes do MNRC, Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis. Na solenidade também estavam presente o coordenador do Núcleo Estratégico de Ordenamento Urbano, Sérgio Pinheiro e do secretário municipal de Serviços Urbanos (Semsur), Cláudio Porpino. O link para ver a matéria na íntegra é o seguinte:


http://www.facebook.com/pages/Prefeitura-do-Natal/178797598837799?sk=wall#!/media/set/?set=a.199185970132295.73559.178797598837799

terça-feira, 5 de julho de 2011

CATADORES REINICIAM COLETA SELETIVA EM NATAL











COLETA SELETIVA RECOMEÇA POR PONTA NEGRA






O bairro de Ponta Negra, na zona Sul de Natal, retomou a partir desta quinta-feira (30), o programa de coleta seletiva dos materiais recicláveis, que também chegará a todos os bairros de Natal. A retomada do programa só foi possível pela da união da Prefeitura do Natal, por meio da Companhia de Serviços Urbanos (Urbana), com as duas cooperativas de catadores de recicláveis, que na manhã desta quinta-feira (30) relançaram, na Associação de Moradores de Ponta Negra e do Alagamar, a campanha Coleta Seletiva - Eu Apoio.

Na ocasião, a Prefeita Micarla de Sousa juntamente com a diretoria da Urbana fez a entrega oficial do fardamento aos catadores cadastrados e assinou a cessão de autorização de uso dos galpões de Cidade Nova por dez anos, às cooperativas Coopcicla e Coocamar.

“Pensar na reciclagem é pensar no futuro. Qualquer cidade pode ser muito rica e bem estruturada, mas se não realizar ações que promovam o desenvolvimento sustentável de nada adiantará. Por isso temos essa preocupação com o meio ambiente e também em garantir um trabalho digno aos catadores, porque agora eles estão contratados diretamente pela prefeitura, como uma empresa, e receberão pelo serviço prestado, não pela quantidade de material coletado”, pontuou a prefeita Micarla de Sousa.

“Agora os catadores irão chegar às casas como protagonistas dessa história. Com a iniciativa de contratar diretamente os catadores, Natal será uma das cidades pioneiras a tratar os catadores de forma digna e com total apoio para a atividade”, completou o coordenador do Núcleo Estratégico de Ordenamento Urbano, Sérgio Pinheiro.

Atualmente são recolhidas em Natal 200 toneladas/mês de material reciclável e a meta, até o fim deste ano, é ampliar a coleta para 600 toneladas/mês. O retorno do programa tornou-se possível a partir da iniciativa do Executivo Municipal, de contratar diretamente as cooperativas de catadores para realizar o trabalho. A contratação representa um investimento de 90 mil reais por mês.

“É importante recomeçar esse trabalho aqui em Ponta Negra porque foi aqui que a nossa luta pela coleta seletiva começou há seis anos. Vamos agora viver do serviço prestado para toda a sociedade”, avaliou o presidente do Movimento Nacional dos Catadores, Severino Junior. Ainda participaram do lançamento o presidente da Cooperativa de Materiais Recicláveis (Coopcicla), Francisco das Chagas Rocha e o vice-presidente da Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis (Coocamar), José Paulírio Vicente.

Coleta Seletiva
O trabalho será iniciado pelos bairros da região Sul e Oeste e, posteriormente, levado às regiões Norte e Leste. Em Ponta Negra, a coleta acontecerá duas vezes por semana, sempre as terças e sábados. Para que o programa fosse retomado com força total, desde a semana passada uma equipe de educadores ambientais da Urbana esteve no bairro de Ponta Negra conscientizando e orientando a população a separar o material reciclável.

“As pessoas não precisam colocar o material na calçada por que o catado vai passar porta-a-porta para recolher o material diretamente com o morador. E para aumentar ainda mais essa relação de confiança, nosso pessoal estará devidamente identificado pelo fardamento”, ressaltou o gerente de Meio Ambiente da Urbana, Heverton Rocha.







http://www.natal.rn.gov.br/noticia/ntc-6264.html

sexta-feira, 3 de junho de 2011

CATADORES DO MNCR SE REUNEM COM O MINISTRO GILBERTO CARVALHO








O MNCR esteve reunido no dia 27/04 com o Ministro Gilberto Carvalho da Secretaria Geral da Presidência da República. Durante o encontro o MNCR encaminhou demandas e reivindicações dos catadores do Brasil para fortalecimento e avanço da categoria na cadeia produtiva de reciclagem e combate a pobreza.
Segundo os membros da Equipe de Articulação do MNCR, o Ministro reforçou o compromisso público de apoiar as ações do MNCR e se colocou a disposição para ser interlocutor direto junto a Presidência da República, assim como articular o dialogo direto dos catadores com os Ministérios das Cidades, Saúde e outros que ainda não se reuniram com o MNCR, além do BNDES.
A pauta de reivindicações trata especialmente de ações emergenciais com relação ao atendimento e assistência dos catadores atingidos pelo fechamento de lixões por todo o Brasil. Há também na pauta o investimento em capacitação técnica dos catadores e fortalecimento do Centro Nacional de Referencia do MNCR. “O MNCR se colocou a disposição do Ministro para contribuir com ações de erradicação da pobreza extrema entre os catadores do Brasil” informou Severino Lima, membro da Equipe de Articulação do MNCR, e informou que também foi cobrado a implementação do Decreto Pró-catador e institui diversas ações de apoio aos catadores e fortalecimento da categoria na cadeia produtiva.
“A pauta foi entregue e não deixamos de reforçar questões como o problema com as prefeituras que querem incinerar os recicláveis como é o caso de São Bernardo do Campo e do Governo do Distrito Federal. Agora vamos acompanhar o processo para ver os resultados” explicou Roberto Laureano, da Equipe de Articulação do MNCR.
Outras reivindicações abrangem áreas como infra-estrutura das cooperativas, saúde, moradia, educação popular, inclusão digital, pagamento por serviços ambientais e aplicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
O MNCR deve pedir apoio do Ministro ao PL de iniciativa popular do MNCR sobre a inclusão dos catadores como segurados especiais na Previdência Social. O PL esta em tramitação na Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados.

http://www.mncr.org.br/box_2/noticias-regionais/mncr-se-reune-com-o-ministro-gilberto-carvalho

terça-feira, 24 de maio de 2011

CATADOR SEVERINO JR É RECEBIDO PELA PREFEITA DE NATAL





O Catador e articulador do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis-MNCR Severino Jr foi recebido em audiência pela Prefeita Micarla de Souza. Divesos assuntos relacionados aos catadores foi levado ao conhecimento da Prefeita. Em breve postaremos mais detalhes, pois Severino Jr. encontra-se na França participando do SEGUNDO ENCONTRO FRANCO-BRASILEIRO "DÉCHETS ET CITOYENNETÉ(LIXO E CIDADANIA)

domingo, 22 de maio de 2011

CATADOR MADE IN BRAZIL

















De 17 a 29 de maio de 2011 a FUNDAÇÃO FRANCE LIBERTÉS organiza em Paris, Beauvais, Sanit Denis e Aubervilliers, em parceria com o Consórcio de Prefeituras de Plaine Commune e uma rede de cooperativas e associaçoes O SEGUNDO ENCONTRO FRANCO-BRASILEIRO "DÉCHETS ET CITOYENNETÉ(LIXO E CIDADANIA).



O objetivo desses encontros é de construir, reforçar e manter uma cooperação franco-brasileira na área de residuos, promover e valorizar o papel da economia popular no gerenciamento e na cadeia dos resíduos, conscientizar o público francês sobre a importância da questão social e desenvolver a dimensão política da gestão dos resíduos favorecendo o diálogo com as instâncias de decisão.




Severino Junior, catador representante do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis - MNCR, participará assiduamente do encontro para levar sua experiencia ao povo francês.

sábado, 14 de maio de 2011



Lula e o encontro com os catadores

Não foi só com os executivos da Ambev que Lula se reuniu nesta semana. Na quarta-feira, 11, o ex-presidente recebeu cinco catadores no Instituto Cidadania, na capital paulista. Estiveram presentes lideranças do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR). “Fizemos um balanço de todas as ações nos oito anos de governo Lula”, diz Severino Lima Junior, que participou do encontro. Morador de Natal (RN), Severino trabalhava num lixão da cidade. “Agradecemos as ações que foram feitas pelos catadores, tão marginalizados”, afirma.
O ex-presidente Lula se comprometeu a participar da Expocatadores 2011, que será realizada nos dias 9, 10 e 11 de novembro. Os representantes também pretendem convidar a presidente Dilma para o evento, assim como para o Encontro de Mulheres Catadoras, que vai acontecer ente 7 e 9 de junho em Curitiba (PR).
A Expocatadores deste ano será especial para o MNCR, pois o movimento completará 10 anos. Segundo Severino, diversas ações fizeram com que a categoria avançasse muito em qualidade de vida e autoestima. “Houve o reconhecimento profissional, o fortalecimento das cooperativas, o acesso a políticas públicas”, afirma. “Nesses oito anos conseguimos capacitar mais de 50 mil catadores. Queremos dobrar esse número.”
Hoje o movimento estima que existam entre 800 mil e 1 milhão catadores de material reciclável. Apenas de 5 a 10% estão organizados em cooperativas e associações. Os demais trabalham em lixões e nas ruas.
O grande desafio, diz Severino, é que esses catadores saiam das mãos de atravessadores. “Às vezes, eles trabalham por servidão, por cachaça.” Ele também esteve com o Ministro da Casa Civil, Gilberto Carvalho, no início do mês, e uma das demandas apresentadas é fazer um censo para saber quantos realmente estão nas ruas e lixões.
Estudo do Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre), associação de empresas para fomentar a reciclagem, mostra que 40% de todo o lixo urbano gerado no país é despejado em lixões a céu aberto. Outro dado do estudo é que apenas 8% dos municípios brasileiros dispõem de programas de coleta seletiva. Grande parte do que é reciclado hoje passa pelas mãos dos catadores.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010), sancionada em agosto de 2010, incentiva os municípios a implantarem a coleta seletiva com a participação de cooperativas. Os municípios que assim fizerem terão prioridade no acesso aos recursos do governo federal. A lei, que tramitou por 20 anos no Congresso, é considerada uma vitória pelos catadores. Assim como o Programa Pró-Catador, estabelecido pelo Decreto 7.405 na regulamentação da lei, em dezembro de 2010.
A luta dos representantes do movimento é que os catadores se organizem melhorando a qualidade de vida. Com tristeza, Severino destaca os dois assassinatos de carroceiros no centro de São Paulo nos últimos dias. “Pedimos ajuda a Lula, para que os casos não fiquem impunes, que haja investigação.”




http://www.revistaforum.com.br/blogdascidades/?p=61

terça-feira, 10 de maio de 2011



Apenas 8% dos municípios fazem a coleta seletiva de lixo




Diariamente o Brasil produz 150 mil toneladas de lixo, das quais 40% são despejadas em aterros a céu aberto. O destino adequado do lixo é um problema que afeta a maioria das cidades - apenas 8% dos 5.565 dos municípios adotam programas de coleta seletiva.
Os dados são de um estudo realizado pelo Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre), associação sem fins lucrativos dedicada à promoção da reciclagem e mantida por empresas privadas.
O Brasil tem hoje uma Política Nacional de Resíduos Sólidos instituída pela Lei Federal 12.305, de 2 de agosto de 2010, e regulamentada pelo Decreto Federal 7.404, de 23 de dezembro de 2010. Considerada uma vitória do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, o projeto tramitou por 20 anos no Congresso Nacional.
“Nós entramos no circuito porque a primeira lei sequer citava os catadores”, explica Severino Lima Junior, da coordenação nacional do movimento. Segundo ele, a lei é uma das melhores da América Latina .”Hoje a gente tem dados mostrando que 90% do material reciclado passou pela mão de um catador, seja ele de cooperativa ou de rua e lixões.”
A coordenadora de Consumo Sustentável do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Fernanda Daltro, diz que a aprovação da lei foi o resultado de uma grande mobilização de todos os setores envolvidos: a sociedade, o setor produtivo, o governo e os catadores. “A demora da tramitação foi necessária para a adequação de todos os interesses destes setores, do próprio mercado, para atender as exigências, e dos governos, para entender a importância de uma política para os resíduos sólidos.”
A partir do segundo semestre de 2012 os brasileiros poderão ter regras fixas e determinadas pelo governo federal para o descarte adequado de produtos como eletroeletrônicos, remédios, embalagens, resíduos e embalagens de óleos lubrificantes e lâmpadas fluorescentes de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista .
Pela lei, os governos municipais e estaduais têm dois anos de prazo para a elaboração de um plano de resíduos sólidos .



Fonte:Agência Brasil
http://www.jornalbrasil.com.br/interna.php?autonum=24550

domingo, 8 de maio de 2011

Natal deixa de reciclar e volta a ter lixão


A irregularidade da limpeza urbana de Natal levou a atividade a regredir pelo menos sete anos, voltando para 2004, quando o lixão do bairro de Cidade Nova funcionava "a todo vapor", prejudicando ambientalmente a área. A situação é grave ao ponto do percentual de lixo reciclado ter se tornado praticamente inexistente na capital e uma boa parcela das pessoas que faziam a coleta seletiva ter sido obrigada à degradante atividade de catar detritos em um ambiente sem nenhum padrão de cuidado com a saúde dos que lá trabalham.
Para se ter ideia da situação, há dois anos o percentual de lixo reciclado girava em torno de 1% e hoje está em cerca de 0,25%. Os atrasos nos pagamentos das empresas prestadoras de serviço da Urbana resultou no acúmulo de resíduos no lixão de Cidade Nova, que deveria funcionar apenas como estação de transbordo do lixo, a ser enviado para o aterro sanitário de Ceará-Mirim.

Cerca de 80 catadores estão sem trabalhar por falta de condições de fazer a coleta. Sem emprego, muitos deles, somado a outro montante de carroceiros, estão encontrando sustento no lixão desde novembro de 2010. Um trabalho feito de forma degradante, realizado na maioria das vezes no período da noite, na hora que ninguém está vendo e não há fiscalização.

Quando começou, no ano de 2002, a Associação de Catadores de Material Reciclável (Ascamar) deu início às suas atividades junto com a cidade de Londrina e chegaram a virar exemplos nacionais no trabalho de coleta seletiva. Hoje, quase 10 anos depois, Londrina é reconhecida internacionalmente pela atuação nessa área, reciclando 25% de todo lixo da cidade, e Natal saiu do índice de 1% para 0.25%.

Ao longo dos anos, muitas associações surgiram na capital potiguar e deram origem a Cooperativa de Catadores de Material Reciclável (Cocamar) e à Cooperativa de Material Reciclável (Coopcicle). Segundo o coordenador da coleta seletiva da Cocamar, José Anderson Vicente Maia, os trabalhos na coleta seletiva eram feitos com 16 caminhões, empregavam180 catadores e o serviço era prestado com regularidade nos bairros.

"A situação começou a mudar em outubro do ano passado", relatou Anderson. Nesse período, as cooperativas já contavam com apenas 10 carros, e conseguiam recilar 0,5% do lixo de Natal. Com o atraso de seis meses no pagamento dos proprietários dos caminhões, valor que gira em torno de R$ 100 mil, o serviço foi suspenso. Apenas um caminhão, que é de propridade da Cocamar, ficou funcionando. "A Prefeitura nunca colocou uma gota de combustível para ajudar nessa época", lembrou Anderson. A Urbana não tem contrato com os catadores. O que eles retiram do lixo é a única fonte de renda. A contribuição do município para esse serviço é oferecer o fardamento, os caminhões, e os equipamentos de proteção individual. Desde 2009, o fardamento foi entregue apenas uma vez, o que deveria ser realizado a cada seis meses. O caminhões voltaram a ser pagos há menos de um mês, e hoje são seis, três para cada cooperativa e não há equipamentos de proteção individual.Melhorias

Anderson afirma que no último mês ocorreu alguma melhorias. A volta dos poucos caminhões permitiu o retorno de 10 pessoas ao trabalho. Ele diz que é inevitável que alguns catadores voltem ao lixão, apesar de afirmar que a maioria é carroceiro. "Conversamos com o nosso pessoal para não fazer isso e a maioria compreendeu", esclareceu. Informações dão conta de que as catações nas montanhas de lixo acontecem durante a noite, horário que não há fiscalização da Urbana. Um dos atrativos de quem vai catar lixo é o valor que pode ser arrecadado. Há quem ganhe R$ 500 por semana com o que tira do lixão. Os catadores da coleta seletiva estão ganhando em torno de R$ 300 por mês.

Há muito anos trabalhando dentro do antigo lixão, a primeira vez como carroceiro e depois como integrante da coleta seletiva, José Paulírio Vicente diz que nunca passou por situação pior que a atual. "Essa esteira está quebrada há quatro anos", apontou. José tem esperança que a Prefeitura irá apoiar o trabalho da coleta seletiva e que ele poderá se aponsentar com dignidade.

O diretor-presidente interino da Urbana, Sérgio Pinheiro, diz que a Urbana tem planos para a coleta seletiva. " Eles estão com sete caminhões e nós vamos contratar o caminhão deles. Vamos também estruturar os galpões, capacitar os catadores e já existe a minuta para fazer a contratação das cooperativas", garantiu. A ideia da Urbana é continuar com a coleta seletiva porta a porta. Isso faz com que a esteira parada há quatro anos não seja mais usada, embora ele garanta que o equipamento será consertado. " As experiências de coleta seletiva que foram feitas em esteira não deram certo", afirma Sérgio.

http://www.diariodenatal.com.br/2011/05/08/cidades2_0.php